A preocupação com a fator genético do câncer de mama ganhou atenção da mídia quando a atriz Angelina Jolie decidiu fazer uma mastectomia bilateral (remoção dos dois seios) para evitar que pudesse desenvolver câncer de mama, doença que acabou por vitimar a sua mãe Marcheline Bertrand, com apenas 56 anos. Após o episódio, que desencadeou um efeito chamado ‘Síndrome de Angelina Jolie’, os médicos especialistas estão muito mais cautelosos ao diagnosticar a doença, para evitar decisões drásticas, como a da atriz.

Pesquisadores brasileiros do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (ICESP) descobriram que cerca de 80% dos casos de câncer de mama em mulheres jovens, com idades entre 20 e 35 anos, podem ser causados por mutações somáticas – alterações genéticas nas células da mama que não têm origem hereditária.

O estudo destaca os dois fatores genéticos envolvidos no câncer de mama: o hereditário, quando a pessoa herda uma mutação genética dos pais, que predispõe ao câncer; e as mutações somáticas, que ocorrem na célula da mama ao longo da vida da pessoa. Nas mulheres jovens que desenvolveram câncer de mama, as mutações somáticas foram decisivas para o aparecimento da doença. A descoberta abre caminho para novas linhas de pesquisa, uma vez que  não se sabe muito sobre o assunto (apenas cerca de 4,25% das mulheres com câncer são da faixa etária de 20 a 35 anos).

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Fonte: Diário da Saúde